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II CONCURSO PÚBLICO UFMS 2026 - DOCENTES

DADOS DO CARGO
LOTAÇÃO
Campus de Aquidauana
NOME
VAGA [1177]
QUANTIDADE
1
CLASSE
Assistente
REGIME
Dedicação Exclusiva
FORMAÇÃO ACADÊMICA
Graduado em: Licenciatura Intercultural Indígena; e
Doutorado na Área de Avaliação / Área Básica: Linguística e Literatura.

Esta vaga é para atender ao Curso de Licenciatura Intercultural Indígena, portanto o candidato deve encaminhar também, no momento da inscrição o RANI (Registro Administrativo de Nascimento Indígena). O Curso de Licenciatura Intercultural Indígena funciona em Regime de Alternância, composto por dois momentos de formação: o Tempo - Universidade, no campus de Aquidauana (UFMS) e o Tempo - Comunidade nas Aldeias. Neste caso, o docente desenvolverá suas atividades tanto no Campus como nas Aldeias dos Municípios atendidos pelo Curso.
PROGRAMA
Área: Linguística, Letras e Artes / Linguística / Teoria e Análise Linguística
1. O ensino de língua indígena na escola :aspectos gramaticais das línguas dos Povos do Pantanal.
2. A fonologia das línguas indígenas dos Povos do Pantanal.
3. A morfologia das línguas indígenas dos Povos do Pantanal.
4. A sintaxe das línguas indígenas dos Povos do Pantanal.
5. A produção de textos em língua indígena: marcadores de coesão e coerência.
6. A variação linguística nas línguas indígenas dos Povos do Pantanal.
7. Aspectos do sistema de acentos na língua Terena.
8. Processos de revitalização das línguas indígenas.
9. A Fonética das línguas indígenas dos Povos do Pantanal.
10. A elaboração de material didático para o ensino gramatical de línguas indígenas dos Povos do Pantanal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. Brasília: Mec/Sef, 1998.
Cardoso, V. F. Sistema de Marcação de Caso em Terena (Aruák). Liames, 17(1): 59-78, Campinas, 2017. Doi: Http://dx.doi.org/10.20396/liames.v17I1.8646402.
Câmara Júnior, J. Mattoso. Introdução as Línguas Indígenas Brasileiras. 3. Ed. Rio de Janeiro, RJ: ao Livro Técnico, 1977. 228 P. (Linguística e Filologia).
Ekdahl, E. M. ; N. Butler. Aprenda Terena. Vol. 1 e Vol. 2. Brasília-DF: Sil, 1979. Acesso: Https://www.sil.org/system/files/reapdata/13/73/81/137381525885585092541650575813160405071/ter_Aprenda_Terena_2012.
Maia, Marcus A.r. (2007). Manual de Linguística: Subsídios para a Formação de Professores Indígenas na Área de Linguagem. Brasília: Ministério da Educação e Cultura (Mec/secad), 2007, V.5000. P.268.
Mori, A. C. (2001). “A Língua Indígena na Escola Indígena: Quando, para que e Como?” In: Veiga, Juracilda e Salanova, Andrés.(Orgs.). Questões de Educação Escolar Indígena: da Formação do Professor ao Projeto de Escola. Brasília: Funai/Dedoc. Campinas/Alb, P 160-171.
Nascimento, Gardenia Barbosa Neubaner. Aspectos gramaticais da língua terena. Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte-MG, 2012. Tese de Doutorado. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/items/0c82a3dc-fadb-4712-b214-fc1a77486186
Postigo, Adriana Viana. Fonologia da Língua Guató. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Três Lagoas- MS, 2009. Dissertação de Mestrado. Disponível em: https://www.etnolinguistica.org/tese:postigo-2009
Silva, Denise. Estudo lexicográfico da língua terena: proposta de um dicionário bilíngüe terena-português. Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho. Araraquara-SP. 2023. Tese de Doutorado. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/entities/publication/02a6c344-acea-4f21-8ab4-e10f1e128f64